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Otorrinolaringologia Pediátrica

Crianças que apresentam problemas otorrinolaringológicos precisam de cuidados especiais. Por isso, a Otorrinos conta comprofissionais que conhecem as peculiaridades dos tratamentos infantis. Tudo para que seu filho fique saudável e feliz.

Nessa área, os principais diagnósticos realizados são:

  • surdez neonatal,
  • distúrbios da fala e linguagem,
  • respirador oral,
  • estridor laríngeo.

Surdez nas Crianças 
É fundamental fazer um diagnóstico precoce, para evitar que a surdez progrida, atingindo um estado irreversível, causando distúrbios de fala repercutindo principalmente no desenvolvimento intelectual e escolar da criança. 

Dessa forma devemos estar sempre atentos a:

  • Crianças que não atendem quando são chamadas; Crianças desatentas ou quietas demais;
  • Crianças que apresentam dificuldades de sociabilização;
  • Crianças alheias aos sons ambientais;
  • Crianças com dificuldades na fala (troca fonemas) ou na escrita (troca ou omite letras);
  • Crianças que escutam TV/Rádio em volume muito alto;
  • Crianças com distúrbios de aprendizagem em geral.


A importância da audição no aprendizado de seu filho: 
Desde a vida uterina os bebês são capazes de ouvir. A audição é fundamental para o aprendizado da fala, é através dela que nos comunicamos, assim desenvolve-se a linguagem responsável pelo desenvolvimento do pensamento, inteligência e raciocínio. Em geral as crianças pequenas não nos contam se ouvem bem ou não, assim os pais devem estar sempre atentos ao menor sinal de perda auditiva. 

A importância da audição no aprendizado do aluno: 
Na idade pré - escolar e escolar, cerca de 10% das crianças podem apresentar algum grau de perda auditiva, geralmente em decorrência das doenças da orelha média. Estatísticas de vários países e de trabalhos realizados em escolares na faixa etária de 06 à 10 anos, que estão ingressando no ensino fundamental, demostram que de 10 à 15% apresentam algum tipo de perda auditiva que varia de leve à profunda e que prejudica o aprendizado . Normalmente nesta faixa etária as perdas detectadas não são graves, uma vez que as crianças que apresentam estas perdas já foram identificadas em menor idade, em razão do atraso para falar, ou outras dificuldades percebidas pelos pais. 
Cabe aos professores detectarem as falhas nas crianças e orientarem os pais quanto a necessidade de investigação.