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Apneia

O ronco é o barulho resultante da vibração do ar na via aérea parcialmente fechada. A apneia do sono é quando o indivíduo pára de respirar por mais de 10 segundos, e quando o fluxo de ar é reduzido a menos da metade do normal por 10 segundos, chamamos de hipoapneia.

 

Nem todo mundo que ronca tem apnéia. O ronco pode ser primário, mas, freqüentemente é acompanhado distúrbios do sono. Caso o indivíduo tenha sonolência e ronque, é importante que se pesquise, junto a um médico, a possibilidade de ele ter apneia.

Sabemos que ¼ dos homens e 10% das mulheres roncam. Esta diferença entre a incidência de roncos nos homens e mulheres diminui após a menopausa.

A Apneia do sono é avaliada pelo teste da polissonografia. Este teste mede a atividade cerebral (EEG), movimentos musculares das pernas (EMG), ritmo cardíaco (ECG), movimentos oculares (EOG), oximetria de pulso, esforço respiratório e fluxo de ar no nariz e boca. 


É através desse teste que se pode diferenciar o ronco sem apneia da apneia centra e da apneia obstrutiva do sono. Ele também caracteriza a gravidade da apneia, como a duração e a redução da oxigenação.

A Apneia obstrutiva do sono acontece porque existe um relaxamento muscular na faringe. Quando o paciente inicia a inspiração, as estruturas se aproximam muito ou encostam, causando o fechamento da via aérea. 

Diversas podem ser as causas da apneia obstrutiva do sono, desde uma base da língua grande até desvio de septo e cornetos hipertróficos, amídalas grandes, palato, úvula e pilar posterior redundante.

O tratamento cirúrgico pode resolver o problema da apneia, porém para cada paciente existe uma indicação apropriada. Um mesmo tipo de cirurgia não funciona para qualquer paciente.