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Em viagens de avião, é normal sentirmos desconforto no ouvido. Isso ocorre porque, na decolagem e no pouso, há uma mudança brusca na pressão do ar. Além disso, é possível sentir dor de cabeça, no nariz e mal estar, que devem ser passageiros. Se durarem mais de dois dias, é preciso procurar um especialista.

O verão está chegando! Época de mar, sol, piscina… Porém, nem tudo é alegria: durante a estação, é preciso tomar cuidado, principalmente se você adora entrar na água, pois o número de casos de otite aumenta consideravelmente. O que fazer depois que surgir aquela sensação de ouvido cheio d’água? 

É difícil evitar: assim que as temperaturas caem e o clima fica mais seco, a dor de garganta insiste em aparecer. Muitos pacientes a veem como inofensiva e optam pela automedicação para combatê-la, utilizando pastilhas e remédios que dispensam prescrição. Contudo, negligenciar aquela faringite ou amigdalite recorrente pode ser perigoso, pois esses problemas têm chance de evoluírem a quadros mais sérios. 

A respiração pelo nariz é praticamente uma ação involuntária do ser humano. Porém, muitas pessoas têm o péssimo hábito de respirar pela boca, ação que prejudica a qualidade de vida e aumenta a suscetibilidade a gripes e resfriados. A forma correta de respirar é pelo nariz, pois suas principais funções são aquecer, umidificar e filtrar o ar inspirado. Quando isso não ocorre, podem se desenvolver vários problemas, como infecções respiratórias de repetição.

A primavera está quase aí e, com ela, os dias prometem ser mais leves, frescos e ensolarados. Porém, a estação é marcada pelo surgimento de alergias nos olhos, no nariz e na garganta devido à presença do pólen. É normal ouvirmos pessoas tossindo e utilizando vários lenços por dia. 

Quase todo mundo já sentiu sintomas de rinite alérgica ou crises asmáticas. Entre os agentes que intensificam a presença dessas doenças, há o contágio com poluentes (fumaça do tabaco, material liberado pela cocção/aquecimento), substâncias irritantes (odores fortes, ar-condicionado) e aeroalérgenos (ácaros da poeira domiciliar, fungos, epitélio de animais, pólen, baratas). Cada uma dessas condições apresenta particularidades, que listamos abaixo para você entender como afetam o organismo.

Com a queda da temperatura, é normal sentirmos os efeitos em nosso corpo. As alergias são uma das reações mais comuns e ocorrem quando certas substâncias - conhecidas como alérgenos -  são absorvidas pelo organismo. O pólen, as alterações climáticas, a poeira e certos odores podem desencadear essas reações, que se manifestam de diversas formas: é possível que haja sinusite, rinite e até mesmo asma. 

O inverno é marcado pela queda de temperatura, o que favorece a manifestação de diversas doenças como a otite, os resfriados, a gripe e até micoses. Existem alguns cuidados que podem ser adotados no dia a dia, prevenindo os problemas mais comuns que surgem no inverno. Confira nossas dicas abaixo!

O frio chegou e, com a baixa dos termômetros, os problemas de saúde se tornam frequentes, como as irritações nos ouvidos, nariz e garganta. A prevenção é fundamental durante esse período: ações simples do dia a dia contribuem para evitar o contágio. Um exemplo é a ventilação dos ambientes, que deve ser reforçada, há que a circulação de vírus típicos do inverno é maior. 

A rinossinusite crônica (RSC) é uma das maiores queixas em consultórios médicos. Em alguns casos, passa sem ser percebida, mas há situações que geram dúvidas sobre o melhor tratamento. Por isso, preparamos um passo a passo de como lidar com a RSC, baseado em evidências médicas, confira!

Às vezes é difícil saber quando a criança está com otite. Se já estiver resfriada por ao menos três dias e ficar com febre, geralmente acompanhada de irritabilidade ou dor ao engolir, pode ser um indicativo do problema.

Começou, neste mês, a Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe. O grupo de risco está sendo imunizado na rede pública de saúde. Já podem fazer a vacina gratuitamente crianças de 6 meses a 6 anos incompletos, gestantes, mulheres que pariram nos últimos 45 dias, pessoas com mais de 60 anos de idade, profissionais de saúde, professores, população indígena e portadores de doenças crônicas (diabetes, asma e artrite reumatoide).

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