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Tratamento para a apneia do sono melhora a aparência

Uma pessoa que sofre com algum distúrbio do sono, como a apneia do sono, e faz tratamento para corrigi-lo pode, além de dormir melhor, melhorar sua aparência. É o que um estudo recente da Universidade de Saúde de Michigan e da Universidade de Tecnologia de Michigan identificou.

Ao fazer um “mapa facial” – técnica utilizada por cirurgiões plásticos –, os pesquisadores avaliaram voluntários e detectaram mudanças em 20 pacientes de meia idade que sofriam de apneia. Essas mudanças foram percebidas apenas alguns meses depois que os voluntários passaram a usar aparelhos que melhoram a respiração na hora de dormir e minimizam os efeitos da apneia.

Os medidores faciais (foi utilizado um sistema de medição facial chamado de fotogrametria, que tirou uma série de imagens dos pacientes antes e depois do tratamento com os aparelhos) mostraram que a testa dos pacientes estava menos inchada e seus rostos menos vermelhos após o tratamento. Também foi perceptível a redução das rugas na testa. Em relação às olheiras, aspecto sempre associado à falta de sono, os pesquisadores não notaram uma grande mudança na comparação do antes e depois.

Teste secundário – Além do “mapa facial”, o estudo fez um teste subjetivo de aparência, em que 22 voluntários observaram as fotos dos pacientes, sem saber quais eram as de “antes” e “depois” do tratamento. Os voluntários, então, tiveram de escolher aquela foto que mais parecia ser de “depois do tratamento”. Em cerca de dois terços das vezes, eles afirmaram que os pacientes nas fotos pós-tratamento pareciam mais jovens, alertas e atraentes. Eles identificaram corretamente a maioria das fotos.

Diagnóstico da apneia do sono

A apneia do sono é um distúrbio do sono que se caracteriza pela obstrução das vias respiratórias, que inibe a passagem de ar por pelo menos 10 segundos mais de cinco vezes durante uma noite de sono. Estima-se que aproximadamente 4% das mulheres e 9% dos homens adultos sofrem de apneia do sono – a maioria sem diagnóstico. Esse distúrbio está associado ao aumento de ataque cardíaco.

Para se diagnosticar a apneia do sono deve ser realizado o exame de polissonografia. Ele é realizado à noite em um laboratório de sono, onde o paciente dorme e é monitorado por sensores fixados no corpo que permitem o registro da passagem do ar pelo nariz e boca, da oxigenação sanguínea, da frequência cardíaca, dos movimentos do tórax, entre outros dados. Os sensores permitem que o paciente movimente-se durante o exame, o que acaba por não atrapalhar a noite de sono.

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