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Para aliviar o calor intenso típico do verão, tomamos muito banho de piscina e de mar e ainda exageramos bebendo muita coisa gelada e se deliciando com picolés e sorvetes. Mas se você não tomar cuidado, pode haver consequências ali adiante. Abaixo, veja as doenças e os problemas mais comuns no verão que afetam ouvidos, nariz e garganta.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), 70% dos trabalhadores brasileiros usam a voz como ferramenta de trabalho – são professores, atores, operadores de telemarketing, entre outros profissionais. Logo, é fundamental que as pessoas preservem a sua saúde vocal. Mas como?

Os casos de otite aumentam no verão porque as pessoas entram em contato com a água (banhos de mar ou de piscina) com mais frequência. Geralmente, os casos mais comuns do problema envolvem um acúmulo de cerume dentro do ouvido (que funciona como esponja) que, ao entrar em contato com a água, causa um desconforto que pode originar uma infecção do canal auditivo.

Cientistas comprovam que série de exercícios simples com a língua e a bochecha reduz e pode até eliminar o desagradável ruído noturno – para alívio de quem dorme por perto.
Ronco só costuma ser levado a sério quando associado a problemas graves, como a apneia, em que a pessoa para de respirar momentaneamente durante o sono.

O sistema auditivo nos permite o monitoramento de eventos ambientais e o processamento de eventos acústicos, responsáveis por fornecer informações como fala, comunicação de forma geral e processamento do pensamento. Depende destes fatores nosso bem-estar ou não. Ou seja, do ambiente em que estamos e de como as informações externas são processadas em nosso organismo. Para estudar esses aspectos – audição e sons –, há um ramo da fonoaudiologia chamado audiologia.

Uma pessoa que sofre com algum distúrbio do sono, como a apneia do sono, e faz tratamento para corrigi-lo pode, além de dormir melhor, melhorar sua aparência. É o que um estudo recente da Universidade de Saúde de Michigan e da Universidade de Tecnologia de Michigan identificou.

Sono agitado

Se seu sono é agitado, saiba que há diversas razões para explicar essa agitação. Uma delas é a síndrome das pernas inquietas, em que as pessoas reclamam de desconforto nas coxas, nas panturrilhas e nos pés – e, ocasionalmente, nos braços – que atrapalha o sono. Essas sensações de desconforto podem provocar dor, comichão ou formigamento.

Previna-se das doenças respiratórias no inverno

No inverno, as pessoas sofrem com as mudanças climáticas e as doenças respiratórias. Fatores como tempo seco e baixa umidade relativa do ar favorecem a alta concentração de poluentes na atmosfera e contribuem para o aparecimento de doenças como asma, bronquite, rinite e sinusite.

Para reduzir o risco de contaminação, Ministério da Saúde recomenda que se coloque em prática a "etiqueta respiratória"

Com o início do inverno nesta semana, aumenta a vulnerabilidade para o contágio por infecções da gripe. Por isso, é importante redobrar os cuidados para prevenir a doença. De acordo com o último boletim do Ministério da Saúde, de janeiro até 6 de junho deste ano, foram notificados 5.411 casos de infecção por influenza, que resultaram em 979 mortes.

Apesar de ser mais comum em crianças, qualquer faixa etária está suscetível ao problema

Dores fortes nos ouvidos, diminuição da audição, febre e secreção são alguns dos sinais de uma doença muito comum entre os seis meses e dois anos de vida. A otite pode afetar três regiões distintas da orelha, sendo mais superficial ou não, e provocando sintomas diferentes.

A doença não tem cura, mas algumas medidas simples podem ajudar a amenizá-la

Quarta causa de internação hospitalar no Brasil, a asma atinge 20 milhões de brasileiros, entre crianças e adultos. Mas é possível que esse número seja bem maior, aponta uma pesquisa encomendada pela farmacêutica Boehringer Ingelheim do Brasil ao Ibope. É que de 2 010 pessoas entrevistadas entre maio e junho de 2015, 44% disseram ter sintomas respiratórios, como tosse, chiado no peito e falta de ar – que podem ser sinais de doenças como asma, bronquite e doença pulmonar obstrutiva crônica (a DPOC). Durante a investigação, 35% dos indivíduos disseram ter “asma” e 37% mencionaram a “bronquite crônica”. A questão é que a bronquite é bem menos frequente e costuma dar as caras após anos de tabagismo. Logo, para o médico José Eduardo Delfini Cançado, professor da Santa Casa de São Paulo e diretor da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, que analisou os dados, é possível que, na verdade, essa parcela sofra mesmo é de asma.

Após testes, sintomas desapareceram em 80% dos pacientes

Quem tem rinite alérgica sabe bem: basta ocorrer uma mudança de tempo que o nariz começa a coçar e escorrer, os olhos a lacrimejar e os espirros não dão um descanso. Mas um tratamento desenvolvido pelo doutor Edmir Américo Lourenço, professor de Otorrinolaringologia na Faculdade de Medicina de Jundiaí, em São Paulo, pode mudar isso.

Uma hora é tosse, febre e dor no corpo. Outra, é nariz escorrendo e irritação na garganta. Pode ser ainda um mal-estar, febre e náusea. Em meio a um surto de gripe que chegou antes do inverno e sob o medo de infecções típicas do fim do verão --como dengue, zika e chikungunya--, muitos estão correndo para o hospital diante do primeiro sinal de indisposição.

Estudo mostra que dores faciais são sintomas comuns do problema

Os pais que têm filhos com rinite alérgica já sabem. Vira-e-mexe o nariz da criança fica entupido e coça, ela espirra, tem pruridos na garganta e ouvido. Mas além desses sintomas mais comuns da alergia, estudos mostram que desconfortos como dor de cabeça, de ouvido e pressão facial também aparecem nas crianças que sofrem com o problema.

Tenho asma e percebo que a queda de temperatura agrava muito o problema. Por que isso acontece?

A asma traz uma inflamação crônica dos brônquios, que passam a responder de modo exagerado a agressões como poeira, pelo de animais e a variação de temperaturas. "Notamos que quando a temperatura cai mais que oito graus, o número de pacientes no pronto-socorro aumenta", diz o pneumologista Elie Fiss, do hospital Oswaldo Cruz.

Estudo norte-americano revelou que as taxas de otite média em crianças de até um 1 ano tiveram queda significante. Para especialistas, a tendência se reflete também no Brasil

Uma das situações mais incômodas para as crianças é a dor de ouvido. Nos menores de 1 ano, então, que não conseguem falar para comunicar o que estão sentindo, a situação é pior ainda. A boa notícia é que, embora ainda sejam altas, as taxas de bebês com otite sofreram uma queda significativa em 20 anos nos Estados Unidos. Um estudo da Academia Americana de Pediatria (AAP), publicado recentemente na revista médica Pediatrics, diz que, enquanto nos anos 1980 e 1980, 60% dos bebês tinham pelo menos uma ocorrência da inflamação até 1 ano de idade, entre 2008 e 2014, esse número caiu para 46%.

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