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Muitas pessoas já estão sofrendo com infecções respiratórias em função da chegada do outono e o tempo mais frio e seco. Outras tantas poderão vir a sofrer do mesmo mal conforme o inverno se aproxima. Pessoas que têm rinite alérgica costumam ser muito afetadas nessa época. Da mesma forma, quem tem asma ou bronquite também sofre bastante nas estações mais frias do ano.

Outono e inverno são as estações em que mais casos de infecções respiratórias surgem nos consultórios e postos de saúde. O motivo é uma associação da queda de temperatura, da baixa umidade relativa do ar e do aumento do nível de poluição atmosférica.

Poluição do ar, poluição sonora, alimentos industrializados, computador, tablet, smartphone, etc. O que essas coisas têm em comum? Todas podem afetar sua saúde, especialmente alguns sentidos como olfato, audição, visão e paladar. Mas vamos focar em alguns aspectos específicos como os problemas que nossos ouvidos, nariz e garganta podem sofrer.

Para uma avaliação detalhada de aspectos relacionados ao sono e do sistema auditivo, a Clínica Otorrinos oferece aos pacientes os exames de polissonografia (foto) e de audiologia. A polissonografia é realizada em laboratório especializado que possibilita o diagnóstico de problemas que o paciente apresenta durante o sono. Já a audiologia é um ramo da fonoaudiologia que estuda a audição e os sons e pode identificar problemas como a perda auditiva gradativa de um paciente.

Para aliviar o calor intenso típico do verão, tomamos muito banho de piscina e de mar e ainda exageramos bebendo muita coisa gelada e se deliciando com picolés e sorvetes. Mas se você não tomar cuidado, pode haver consequências ali adiante. Abaixo, veja as doenças e os problemas mais comuns no verão que afetam ouvidos, nariz e garganta.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), 70% dos trabalhadores brasileiros usam a voz como ferramenta de trabalho – são professores, atores, operadores de telemarketing, entre outros profissionais. Logo, é fundamental que as pessoas preservem a sua saúde vocal. Mas como?

Os casos de otite aumentam no verão porque as pessoas entram em contato com a água (banhos de mar ou de piscina) com mais frequência. Geralmente, os casos mais comuns do problema envolvem um acúmulo de cerume dentro do ouvido (que funciona como esponja) que, ao entrar em contato com a água, causa um desconforto que pode originar uma infecção do canal auditivo.

Cientistas comprovam que série de exercícios simples com a língua e a bochecha reduz e pode até eliminar o desagradável ruído noturno – para alívio de quem dorme por perto.
Ronco só costuma ser levado a sério quando associado a problemas graves, como a apneia, em que a pessoa para de respirar momentaneamente durante o sono.

O sistema auditivo nos permite o monitoramento de eventos ambientais e o processamento de eventos acústicos, responsáveis por fornecer informações como fala, comunicação de forma geral e processamento do pensamento. Depende destes fatores nosso bem-estar ou não. Ou seja, do ambiente em que estamos e de como as informações externas são processadas em nosso organismo. Para estudar esses aspectos – audição e sons –, há um ramo da fonoaudiologia chamado audiologia.

Uma pessoa que sofre com algum distúrbio do sono, como a apneia do sono, e faz tratamento para corrigi-lo pode, além de dormir melhor, melhorar sua aparência. É o que um estudo recente da Universidade de Saúde de Michigan e da Universidade de Tecnologia de Michigan identificou.

Sono agitado

Se seu sono é agitado, saiba que há diversas razões para explicar essa agitação. Uma delas é a síndrome das pernas inquietas, em que as pessoas reclamam de desconforto nas coxas, nas panturrilhas e nos pés – e, ocasionalmente, nos braços – que atrapalha o sono. Essas sensações de desconforto podem provocar dor, comichão ou formigamento.

Previna-se das doenças respiratórias no inverno

No inverno, as pessoas sofrem com as mudanças climáticas e as doenças respiratórias. Fatores como tempo seco e baixa umidade relativa do ar favorecem a alta concentração de poluentes na atmosfera e contribuem para o aparecimento de doenças como asma, bronquite, rinite e sinusite.

Para reduzir o risco de contaminação, Ministério da Saúde recomenda que se coloque em prática a "etiqueta respiratória"

Com o início do inverno nesta semana, aumenta a vulnerabilidade para o contágio por infecções da gripe. Por isso, é importante redobrar os cuidados para prevenir a doença. De acordo com o último boletim do Ministério da Saúde, de janeiro até 6 de junho deste ano, foram notificados 5.411 casos de infecção por influenza, que resultaram em 979 mortes.

Apesar de ser mais comum em crianças, qualquer faixa etária está suscetível ao problema

Dores fortes nos ouvidos, diminuição da audição, febre e secreção são alguns dos sinais de uma doença muito comum entre os seis meses e dois anos de vida. A otite pode afetar três regiões distintas da orelha, sendo mais superficial ou não, e provocando sintomas diferentes.

A doença não tem cura, mas algumas medidas simples podem ajudar a amenizá-la

Quarta causa de internação hospitalar no Brasil, a asma atinge 20 milhões de brasileiros, entre crianças e adultos. Mas é possível que esse número seja bem maior, aponta uma pesquisa encomendada pela farmacêutica Boehringer Ingelheim do Brasil ao Ibope. É que de 2 010 pessoas entrevistadas entre maio e junho de 2015, 44% disseram ter sintomas respiratórios, como tosse, chiado no peito e falta de ar – que podem ser sinais de doenças como asma, bronquite e doença pulmonar obstrutiva crônica (a DPOC). Durante a investigação, 35% dos indivíduos disseram ter “asma” e 37% mencionaram a “bronquite crônica”. A questão é que a bronquite é bem menos frequente e costuma dar as caras após anos de tabagismo. Logo, para o médico José Eduardo Delfini Cançado, professor da Santa Casa de São Paulo e diretor da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, que analisou os dados, é possível que, na verdade, essa parcela sofra mesmo é de asma.

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