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Após testes, sintomas desapareceram em 80% dos pacientes

Quem tem rinite alérgica sabe bem: basta ocorrer uma mudança de tempo que o nariz começa a coçar e escorrer, os olhos a lacrimejar e os espirros não dão um descanso. Mas um tratamento desenvolvido pelo doutor Edmir Américo Lourenço, professor de Otorrinolaringologia na Faculdade de Medicina de Jundiaí, em São Paulo, pode mudar isso.

Uma hora é tosse, febre e dor no corpo. Outra, é nariz escorrendo e irritação na garganta. Pode ser ainda um mal-estar, febre e náusea. Em meio a um surto de gripe que chegou antes do inverno e sob o medo de infecções típicas do fim do verão --como dengue, zika e chikungunya--, muitos estão correndo para o hospital diante do primeiro sinal de indisposição.

Estudo mostra que dores faciais são sintomas comuns do problema

Os pais que têm filhos com rinite alérgica já sabem. Vira-e-mexe o nariz da criança fica entupido e coça, ela espirra, tem pruridos na garganta e ouvido. Mas além desses sintomas mais comuns da alergia, estudos mostram que desconfortos como dor de cabeça, de ouvido e pressão facial também aparecem nas crianças que sofrem com o problema.

Tenho asma e percebo que a queda de temperatura agrava muito o problema. Por que isso acontece?

A asma traz uma inflamação crônica dos brônquios, que passam a responder de modo exagerado a agressões como poeira, pelo de animais e a variação de temperaturas. "Notamos que quando a temperatura cai mais que oito graus, o número de pacientes no pronto-socorro aumenta", diz o pneumologista Elie Fiss, do hospital Oswaldo Cruz.

Estudo norte-americano revelou que as taxas de otite média em crianças de até um 1 ano tiveram queda significante. Para especialistas, a tendência se reflete também no Brasil

Uma das situações mais incômodas para as crianças é a dor de ouvido. Nos menores de 1 ano, então, que não conseguem falar para comunicar o que estão sentindo, a situação é pior ainda. A boa notícia é que, embora ainda sejam altas, as taxas de bebês com otite sofreram uma queda significativa em 20 anos nos Estados Unidos. Um estudo da Academia Americana de Pediatria (AAP), publicado recentemente na revista médica Pediatrics, diz que, enquanto nos anos 1980 e 1980, 60% dos bebês tinham pelo menos uma ocorrência da inflamação até 1 ano de idade, entre 2008 e 2014, esse número caiu para 46%.

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