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Deficiência Auditiva

Conforme o último Censo realizado pelo IBGE, a surdez é a segunda maior deficiência citada pelos entrevistados. Quando comparada a outras deficiências físicas, recebe pouca ou nenhuma atenção da sociedade, autoridades e até profissionais da saúde.

 

O número de pessoas afetadas pela deficiência auditiva está proporcionalmente relacionada ao grau de desenvolvimento do país. Os enormes contrastes se verificam seja por condições sócio-econômicas, diferenças culturais, fatores ambientais, hábitos de higiene e o principal: falta de informação e ação preventiva. No Brasil estima-se que devam existir em torno de 15 milhões de pessoas com algum tipo de perda auditiva, tendo 350 mil destas ausência total de audição.

Quem não escuta, tem dificuldade para se comunicar, portanto pode não compreender seu ambiente exterior, e se expressar através da fala. A audição é tão importante que dentre os órgãos do sentido é o único que permanece em alerta 24 horas do dia.

Em adultos da terceira idade a situação piora porque existem tendências a introversão e a segregação. Geralmente pessoas com esse tipo de deficiência tornam-se deprimidas, inseguras e sentem-se isoladas pela sociedade, interferindo totalmente na condição mais importante da vida moderna: a comunicação. 

A perda da audição é geralmente um processo gradual, podendo ser tão lento que a pessoa afetada não percebe por um longo tempo, até que os outros já tenham suspeitado do seu problema, atingindo direta ou indiretamente as pessoas que estão ao seu redor. Na maior parte dos casos a perda é consequência natural da evolução do nosso sistema auditivo. Normalmente pessoas com mais de 50 anos, tem dificuldades ao ouvir de forma mais ou menos evidente e a compreensão das palavras é menos precisa.